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O que a baleia azul tem a ver com o seu site?

Recentemente, durante uma conversa com um talentoso psicólogo, falávamos sobre como ele poderia aumentar o alcance online que ele tem atualmente.

Ideia vai, ideia vem, e chegamos à possibilidade da criação de um blog com o objetivo de compartilhar reflexões e provocações às pessoas que se interessassem.

Foi aí que ele me trouxe a seguinte pergunta: “Mas sobre o que eu poderia falar? Sobre a Baleia Azul?!?“ – O tom era como se essa ideia fosse quase que ridícula, visto como o assunto tem sido desgastado na internet.

“Por quê não?” Foi a primeira pergunta que me ocorreu. Um ponto de vista tinha acabado de se formar e é ele que quero dividir com vocês.

Sobre a Baleia Azul

Bem, a ideia desse texto não é falar sobre as implicações desta trágica história da “Baleia Azul”, mas sim como ela (ou outros fenômenos que aparecem por aí) podem se relacionar com o seu site ou negócio online de alguma forma.

Entretanto, para que fique claro o contexto e relação do assunto, vou explicar em poucas linhas pra você que não tenha lido sobre o tema.

A Baleia Azul trata-se de um novo “fenômeno” das redes sociais no qual jovens começam a participar de um grupo onde são obrigados a realizar tarefas cujo o objetivo é mutilar seus corpos, física e psicologicamente, até que cheguem num último estágio, tirando suas próprias vidas.

Aqueles que esboçam sair do grupo são ameaçados por aqueles que lideram a iniciativa. O assunto viralizou e é um dos mais falados no momento, repercutindo em todas as mídias.

Na última semana, recebi a seguinte imagem que circulou os grupos de Whats App e ilustra o quão trágico é o assunto:

Mas o que a Baleia Azul tem a ver com isso?

É difícil dizer se a imagem acima é verdade ou não, mas no fundo, não importa. Se eu fosse pai, eu certamente estaria muito preocupado com a repercussão que essa história da Baleia Azul poderia ter com meus filhos.

E tenho certeza que a grande maioria dos pais e mães se preocupam bastante com isso.

Logo, ao conversar com o psicólogo eu me perguntei se não seria, no mínimo, um alívio para muitos pais e mães se esse psicólogo oferecesse o seu conhecimento e experiência escrevendo um texto com explicações do tipo:

  • O que faz os jovens aderirem a essa prática?
  • O que eu posso fazer para evitar que meu filho(a) caia nessa?
  • O que fazer se meu filho estiver participando desses grupos?

Veja bem: Não estou dizendo que o acompanhamento de um profissional pode ser substituído por um blog que fala sobre o assunto. Não!

Isso seria imprudência e irresponsabilidade minha.

Porém, será que não seria possível ajudar pais e mães com algumas ideias de como abordar o assunto com seus filhos? Até mesmo um texto que ajude a convencer os pais a buscarem acompanhamento de um profissional já seria valioso, não?

A meu ver, isso já é de grande utilidade. Principalmente com a crise de informações na qual vivemos atualmente. Ninguém sabe de onde vêm as informações e se elas são confiáveis.

O que você tem a oferecer ao mundo?

É aí que entramos no ponto central: Será que as outras pessoas estão perdendo algo valioso quando você não coloca a sua ajuda ao alcance?

Será que esse psicólogo não poderia abordar o assunto com a propriedade e responsabilidade necessárias e ajudar aquelas pessoas que estão mais aflitas?

Hoje vemos canais de comunicação divulgando informações e notícias muitas vezes sem nenhum compromisso com a verdade e com a responsabilidade. Será que o mundo não se beneficiaria com ajuda de pessoas como esse psicólogo, e de tantos outros talentos que estão por aí e não se expressam pois isso poderia lhes parecer repetitivo ou já desgastado?

Eu usei o exemplo de um assunto polêmico pois esses são assuntos que, geralmente, atingem muitas pessoas. Mas a mesma ideia vale para outros assuntos, como ensinar alguma coisa que você sabe, criar um canal de entretenimento, ou liderar um grupo que discute algum assunto comum.

Onde estão as oportunidades de colocar os seus dons a favor das pessoas?

Se um texto sobre a Baleia Azul conseguisse ajudar um pai ou uma mãe a lidarem com essa angústia, ele já não teria valido a pena?

Deixe um comentário aí embaixo.

Grande abraço!

Bruno Beraldo